NO AR
Programa: Bandas Eshow

'Lista suja' do trabalho escravo em SC tem JBS e outras sete empresas; veja os nomes

Trabalhadores estavam em condições degradantes, em desconformidade com as leis trabalhistas.

Santa Catarina tem oito nomes na lista de empregadores que mantiveram 72 trabalhadores em condições análogas à escravidão, mas que não foi publicada pela mudança nas regras para divulgação, aprovada pelo Ministério do Trabalho no dia 16 de outubro. A última estava pronta em 6 de outubro e não foi usada, mas o Fantástico teve acesso e divulgou o teor do documento neste domingo (22).


Com relação à última lista divulgada pelo Ministério do Trabalho, publicada em 27 de julho de 2017, a única diferença em Santa Catarina está na inclusão da empresa JBS, com unidade em Vidal Ramos. Por nota, a empresa disse não estar ciente do caso e que não foi notificada a respeito.
O caso em questão envolve uma empresa prestadora de serviços, mas a auditora fiscal do trabalho Lilian Carlota Rezende explica que a JBS foi responsabilizada porque controla a rotina da terceirizada de apanha de aves.


"A JBS gerencia tudo. Eles que definem a rotina da apanha de aves. Eu fiz a vinculação porque a JBS determina carga e descarga, até mesmo o horário dos trabalhadores. As jornadas se tornam excessivas", diz Lilian.
Da lista de empregadores, quatro ficam no Oeste, duas no Sul, uma em cidade do Vale do Itajaí e uma na Serra. Além da JBS, o G1 conseguiu contato com a Ervateiro Cavalo Branco.
 

Veja a lista de empresas relacionadas:
 

Airton Luiz Cobalchini - Viveiro de Mudas e Serraria - Campo Erê - um trabalhador envolvido em 3/12/2014.


Ervateiro Cavalo Branco Ltda. - Extração de Erva Mate - Pinhalzinho - cinco trabalhadores em 13/02/2015


Guilherme Martins Proença - Fazenda de Solon Alves - Painel - 11 trabalhadores em 25/07/2016


JBS Aves LTDA - Apanha de aves - Vidal Ramos - nove trabalhadores em 29/06/2015


Joel Marcio Hames - Área de cultivo - Imbuia - 22 trabalhadores em 25/072016


Maison May - Lavoura de cebolas - Vidal Ramos - cinco trabalhadores em 3/08/2015


Ronaldo Dalmolin Martinello - Área de cultivo de batata - Criciúma - 14 trabalhadores em 7/10/2015


Vanderlei Mauer - Área de cultivo de tabaco - Grão Pará - cinco em 14/08/2015

Fiscalização na JBS
 
Nove trabalhadores, entre eles duas mulheres, foram resgatados na fiscalização, ocorrida entre 24 de fevereiro e março de 2015.
Foi constatado que os trabalhadores foram vítimas de aliciamento, não tiveram a formalização de emprego a partir da origem, tiveram as carteiras de trabalho retidas, tinham turnos de trabalho de 12 horas ou mais por dia e viviam num alojamento em situação considerada degradante.


Conforme o relatório de fiscalização do Ministério do Trabalho, ao qual o G1 teve acesso, os trabalhadores foram aliciados em Santa Izabel do Oeste, no Paraná, e levados até Forquilhinha. O alojamento para onde foram encaminhados era precário, conforme os responsáveis pela fiscalização.


“A situação física encontrada no local não pode ser descrita em palavras, ou mesmo nas fotos que se seguirão, porque no local havia muitas moscas e mau cheiro, mas ficou claro mesmo que os colchões (podres em sua maioria) não foram fornecidos nem pelo empregador nem pelo aliciador”, diz um trecho do relatório de fiscalização.


O local foi descrito como uma “construção deteriorada pelo não uso e a não conservação, com portas quebradas, paredes quebradas, muito pó, e toda sorte de irregularidades da construção civil”.


O relatório também diz que a JBS deixou de cumprir com as condições adequadas do meio ambiente de trabalho e não adotou medidas de proteção e prevenção de doenças e acidentes de trabalho.

Outro lado
 
Confira abaixo a íntegra da nota enviada pela JBS:


A JBS Aves desconhece sua inclusão na lista de empregadores que tenham submetido trabalhadores à condições análogas à escravidão, não tendo sido notificada até o presente momento pelo Ministério do Trabalho sobre qualquer decisão nesse sentido. A Companhia e todas as suas marcas não compactuam com esse tipo de prática e possuem rígidos controles na contratação de prestadores de serviços e fornecedores.
A empresa também reafirma seu compromisso com o fortalecimento das ações contra o trabalho escravo no Brasil e reforça que é signatária, desde 2007, do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo e foi a primeira indústria de alimentos a se tornar membro do Instituto Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo (InPACTO) desde 2014”.

Fonte: G1 SC
 
 

 

Gasto de 16 municípios de SC com câmaras de vereadores supera o valor arrecadado com impostos

Tudo que 16 cidades catarinenses conseguem arrecadar com impostos em um ano é insuficiente para bancar suas próprias câmaras de vereadores. Os dados são de um recorte feito pelo DC com base em um estudo nacional do Sebrae e da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), que considera a arrecadação dos municípios e exclui as transferências obrigatórias do governo federal. No país, 706 vivem nesta situação.

Entre os catarinenses, a pior relação entre receita e despesa legislativa está em Celso Ramos, cidade de 2,7 mil habitantes no Planalto Serrano. A Câmara de Vereadores consumiu R$ 603 mil em 2016, enquanto a receita própria foi de R$ 361 mil. O restante da verba municipal, R$ 17,8 milhões, veio de transferências. O maior gasto per capita com vereadores, contudo, foi registrado em Lajeado Grande, no Oeste, onde cada habitante desembolsou R$ 500 em 2016 para manter o parlamento local. Questionada, a casa legislativa limitou- se a dizer que não descumpriu a lei. A Câmara de Celso Ramos foi contatada, mas não retornou.

Apesar do flagrante desequilíbrio, Lajeado Grande, Celso Ramos e as outras 14 cidades catarinenses estão dentro da legalidade. Pela Constituição Federal, o duodécimo, como é chamado o repasse ao Legislativo, é uma porcentagem da receita total dos municípios e varia conforme a população. Para cidades com até 100 mil habitantes, o limite é de 7% sobre a receita – incluindo as transferências federais obrigatórias. É o caso das cidades catarinenses que apareceram no levantamento: todas têm menos de 8,8 mil habitantes.

Para o presidente do Observatório Social do Brasil (OBS), Ney Ribas, essa forma de calcular o duodécimo – com base na receita total e não na própria – acaba incentivando despesas maiores. Mesmo assim, é possível reduzir o valor com pressão popular.

– É comum termos a lei orçamentária anual (LOA) aprovada com valores superestimados propositadamente para propiciar uma falsa expectativa de receita e, por conseguinte, um orçamento irreal. Um exemplo inédito em SC é o de Tubarão, onde um projeto de iniciativa popular, liderado pelo Observatório Social, foi acatado e aprovado por unanimidade pela câmara, reduzindo o duodécimo em 43% (R$ 4,7 milhões) do valor inicialmente estimado – explica.

 
Vereadores voluntários

Para Sebrae e CACB, reduzir o desequilíbrio das contas passa por cortar gastos legislativos. A proposta dos autores do estudo é que o trabalho de vereadores deixe de ser remunerado. A maior parte da despesa das câmaras é com a folha de pagamento, que abocanha, em média, 60% da verba. 

Não é exatamente uma novidade. No Brasil, em 1967, houve limitação à remuneração desses parlamentares, e só os das capitais e de cidades com mais de 100 mil habitantes recebiam salários. Em 1969, o limite mudou para municípios com mais de 300 mil habitantes. O assunto voltou à pauta nacional em 2012, quando o ex-senador Cyro Miranda (PSDB-GO) fez uma proposta de emenda à constituição (PEC) que sugeria o fim do salário para vereadores de cidades com até 50 mil pessoas. A PEC 35/2012 acabou arquivada no ano seguinte.

O advogado e doutor em Direito pela USP Marcelo Machado, que à época defendeu a proposta, acredita que a autonomia de quem exerce a função sem remuneração é maior.

– Isso é a metáfora do Brasil: o povo trabalhando e pagando impostos para que o Estado banque a si próprio. Em outros países, a função de conselheiro municipal (equivalente a vereador) é uma coisa que fazem de bom grado, em prol da sociedade – diz.

A câmara de Frei Rogério – a única entre as 16 que respondeu o questionamento sobre vereadores voluntários – se declarou favorável à proposta, mas questiona se, com o alto nível de corrupção do país, a economia chegaria ao cidadão.

Cidades pequenas e dependentes 

Na avaliação do diretor de controle de municípios do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC), Moisés Hoegenn, o problema é complexo e está mais concentrado na dificuldade de geração de receitas do que na despesa da administração, como é o caso do Legislativo. Em geral, diz, são cidades que já nasceram com esse desequilíbrio, com atividade preponderantemente agrícola e sem capacidade de arrecadação de impostos municipais, já que o IPTU, por exemplo, incide sobre o perímetro urbano – que nessas cidades é pequeno – e o ISS, sobre serviços, que não é o foco da economia da cidade.

– A situação mais grave é quando o Fundo de Participação dos Municípios é a principal receita. Não que não possa haver um enxugamento da despesa da Câmara, mas o efeito que se deseja é praticamente inviável. 

A maioria dessas câmaras são salas ou espaços dentro das prefeituras, que funcionam só nos dias de sessão, ou até têm sede própria, mas com um quadro de pessoal não muito extenso. A possibilidade de reduzir o quadro é  pequena. O problema é que municípios desse tamanho não poderiam existir – afirma Hoegenn.

 É o caso, por exemplo, de Frei Rogério, cidade de atividade agrícola, onde até o ano passado a câmara funcionava dentro da prefeitura. Lá, o Legislativo tem um total de quatro funcionários e os vereadores reduziram os salários de 2016 para este ano, ao passar de R$ 2.051 para R$ 1.860. Segundo o TCE-SC, há em Santa Catarina 105 cidades com menos de 5 mil habitantes, nas quais o volume de receita própria varia de 5% a 30% da receita total.

Para o Observatório Social do Brasil, a sustentabilidade das cidades, inclusive das pequenas, depende de planejamento e aplicação de ferramentas de gestão e controle, somados a uma cultura de governança com a  participação da sociedade e fortalecimento dos Conselhos Municipais.

Fonte: Diário Catarinense

 

 

Secretaria da Saúde de SC abre processo seletivo para contratar 466 técnicos de enfermagem

Inscrições vão até 26 de outubro.

Secretaria de Estado da Saúde (SES) de Santa Catarina abriu processo seletivo para contratar 466 técnicos de enfermagem em caráter temporário. As inscrições vão até 26 de outubro e podem ser feitas via internet.


As vagas são distribuídas da seguinte forma:
 

399 vagas para a Grande Florianópolis
83 para Joinville
22 para Lages
15 para Ibirama
7 para Mafra
 
A jornada de trabalho é de 30 horas semanais, com remuneração total bruta de R$ 2.533,80, o que inclui gratificação e auxílio alimentação. Poderá ser dado também adicional de insalubridade, de acordo com o hospital e atividades desenvolvidas pelo profissional. Confira mais informações no edital.
A contratação é válida por 12 meses e pode ser prorrogada pelo mesmo prazo. A prova escrita está prevista para 12 de novembro a partir das 14h. O candidato terá quatro horas para fazer o exame. As provas serão aplicadas em Florianópolis, Ibirama, Joinville, Lages e Mafra.

Fonte: G1 SC

Poucas creches, má qualidade do ensino e trabalho infantil afastam Brasil do cumprimento de metas da ONU

Estudo da Fundação Abrinq revela os principais desafios de cada estado brasileiro para o cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030

Passaram-se dois anos desde que o Brasil, junto a 193 países, assinou o compromisso para implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável(ODS) visando a erradicação da pobreza, redução das desigualdades e de impactos das mudanças climáticas, promoção da justiça, paz e segurança. Ciente do papel fundamental das crianças e dos adolescentes para o sucesso do Brasil no cumprimento do acordo internacional até 2030, a Fundação Abrinq lança nesta terça-feira, 10, a segunda publicação da série A Criança e o Adolescente nos ODS – Marco Zero dos Principais Indicadores Nacionais.

 
Desta vez, o documento produzido para contribuir com a discussão das metas nacionais e monitorar os progressos do País na implementação da Agenda 2030 tem foco nos ODS 4 (Educação de Qualidade: assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, promovendo oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos) e ODS 8 (Trabalho Digno e Crescimento Econômico, cuja meta 8.7 estabelece o prazo de 2025 para a erradicação do trabalho infantil). Os indicadores analisados e as desigualdades entre os estados brasileiros podem comprometer seriamente o alcance dos resultados estabelecidos pelo pacto da ONU, reforçando a necessidade da ampliação de investimentos e a construção de estratégias para enfrentar cenários tão diferentes.

— A maior preocupação recai sobre as condições de vulnerabilidade de algumas regiões, com indicadores bastante discrepantes da média nacional — explica Heloisa Oliveira, administradora executiva da Fundação Abrinq. 

Ela cita como exemplo as taxas de analfabetismo da população entre 10 e 17 anos, que no Norte e Nordeste chegam a 5,4% nessa faixa etária, quase o dobro da média nacional (2,9%) e bem superior às demais regiões: Centro-Oeste (1,4%), Sudeste (1,3%) e Sul (1%). 

— Não deixar ninguém para traz significa assegurarmos o acesso à educação pública de qualidade para todas e todos. Isso é condição fundamental para o desenvolvimento sustentável no Brasil — acrescenta Heloisa.

Veja os principais destaques da série A Criança e o Adolescente nos ODS – Marco Zero dos Principais Indicadores Nacionais:

·  No Maranhão, 20% das pessoas com mais de 15 anos são analfabetas;
·  Os cinco piores Estados com baixa oferta de pré-escola são da região Norte;
·  Em Sergipe, 1 em cada 3 crianças estão “atrasadas” no Ensino Fundamental;
·  No Ensino Médio, metade dos adolescentes do Pará tem distorção Série versus Idade;
·  Em Alagoas, 80% dos alunos da 3ª série não têm aprendizagem adequada em matemática;
·  A taxa de abandono do Ensino Médio no Pará é 2,5 vezes maior que a média brasileira;
·  24 mil crianças de 10 a 14 anos (ou 8% dessa faixa etária) trabalham no Piauí.

Fonte: Jornal de Santa Catarina
 
 

Acidente deixa motorista gravemente ferida na BR-470

Colisão ocorreu na noite de domingo

Uma motorista de 23 anos ficou gravemente ferida em um acidente registrado na BR-470 em Lontras na noite de domingo.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o caso foi registrado por volta das 22h30min no Km 133 da rodovia, entre o trevo de Lontras e o posto da corporação em Rio do Sul. A mulher, que não teve a identidade revelada, dirigia um Volkswagen Polo com placas de Agrolândia, perdeu o controle do veículo e bateu em uma árvore e depois em um poste.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e a motorista foi levado em estado grave para o Hospital Regional do Alto Vale do Itajaí, também em Rio do Sul.

O fim de semana foi marcado por mortes e graves acidentes na BR-470. Entre a manhã de sexta-feira e o domingo, quatro pessoas morreram no trecho da rodovia que vai de Ibirama a Pouso Redondo.

Fonte: Jornal de Santa Catarina

SC tem mais de 10 festas típicas em outubro; confira a programação

Marejada, Fenarreco e Schroederfest começam nesta quinta-feira (5).

Nesta semana tem início diversas festas típicas de outubro em Santa Catarina. Os eventos, que celebram a cultura de povos que colonizaram o estado, reúnem gastronomia, chope, shows, desfiles e dança. São pelo menos 14 eventos até o fim do mês.


Conforme a Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte (SOL), as festas movimentam cerca de dois milhões pessoas, mais de um milhão de turistas.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) começou na quarta-feira (4) a reforçar o efetivo na região do Vale do Itajaí na Operação Festas de Outubro 2017. Os trabalhos seguem até o dia 22. A principal preocupação da polícia é com os trechos em obras da BR-470.

Oktoberfest
 
4 a 22 de outubro: Blumenau sedia a 34ª edição da maior festa alemã das Américas. O evento ocorre no Parque Vila Germânica.
 

Marejada
 
5 a 15 de outubro: Itajaí terá mais de 80 apresentações em três pavilhões do Centreventos. A entrada é gratuita para todos os dias do evento. 
 

Fenarreco
 
5 a 15 de outubro: a 32ª Festa Nacional do Marreco acontece no Centro de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof, em Brusque. 

Schroederfest
 
5 a 8 de outubro: a festa em Schroeder tem apresentações culturais, shows de bandas, exposições agrícolas e industriais. Uma das novidades é a presença de duas cervejarias artesanais. 
 

Efapi
 
6 a 15 de outubro: com diversos shows nacionais, 50ª Exposição-Feira Agropecuária, Industrial e Comercial será no Parque de Exposições Tancredo de Almeida Neves, em Chapecó. 

Oktoberfest de Itapiranga
 
7, 9 a 15 e 22 de outubro: a 39ª Oktoberfest tem nove dias não consecutivos de festa. A abertura e o encerramento acontecem na Linha Presidente Becker. Já entre os dias 9 e 15, o evento é na cidade. Veja a programação aqui.
 

Bierville
 
11 a 14 de outubro: Joinville recebe a 3ª edição da festa, que vai contar com 16 cervejarias, incluindo marcas artesanais da cidade e região. Veja a programação aqui.
 

Tirolerfest
 
11 a 15 de outubro: Treze Tílias celebra a 84 anos da imigração austríaca durante cinco dias. Nos dias 11 e 13, a entrada é gratuita. Nos demais dias, o ingresso custa R$ 10. Veja a programação aqui.
 

Fenaostra
 
11 a 15 de outubro: a 18ª Festa Nacional da Ostra e da Cultura Açoriana tem mudanças nesta edição. O evento será gratuito e no Mercado Público e Largo da Alfândega, em Florianópolis.

 

Festa do Imigrante
 
11 a 15: a festa, no Pavilhão de Eventos Henry Paul, comemora aniversário de colonização de Timbó, fundada no dia 12 de outubro de 1869. O evento é gratuito. 
 

Heimatfest
 
12 a 15 de outubro: a Heimatfest – Festa das Origens, em Forquilhinha, conta com shows nacionais de Gusttavo Lima, Bruninho & Davi e Henrique & Juliano. 
 

Festival do Camarão
 
13 a 15 de outubro: o evento chega à 4ª edição em Porto Belo. Este ano, uma das atrações é um risoto de camarão de duas toneladas.
 

Oberlandfest
 
27 a 29 de outubro: Rio Negrinho sedia a 27ª edição da Oberlandfest por três dias. Um dos destaques é a escolha da realeza, no último dia da festa.
 

Festa do Produto Colonial
 
27 a 29 de outubro: São Martinho celebra a 24ª edição da festa alemã no Sul do estado. O evento conta com desfiles, apresentações folclóricas, campeonatos típicos, gastronomia, música e chope. 

Fonte: G1 SC


 


 
 

 

Reitor da UFSC é encontrado morto em shopping em Florianópolis

Luiz Carlos Cancellier chegou a ser preso em ação da PF contra desvios na universidade.

O reitor afastado da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier, foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (2) no Beiramar Shopping, em Florianópolis.


Cancellier, de 59 anos, estava afastado da instituição por determinação judicial. Ele e outras seis pessoas foram presas no dia 14 de setembroe liberadas no dia seguinte. O grupo é investigado na Operação Ouvidos Moucos, da Polícia Federal, que apura desvio de recursos em cursos de Educação a Distância (EaD) oferecidos pelo programa Universidade Aberta no Brasil (UAB) na UFSC.


Em nota, a assessoria do shopping disse que por volta das 10h30 um homem cometeu suicídio, caindo no vão central. Ele se jogou da escada do piso L4. A Polícia Militar e o Instituto Médico Legal (IML) confirmaram a identidade da vítima.


A Polícia Civil esteve no shopping nesta manhã com os delegados Ênio Matos e três delegados recém-formados da Academia da Polícia Civil de Santa Catarina (Acadepol), que auxiliarão no caso. Eles coletavam informações com funcionários do shopping. A investigação ficará a cargo da 1ª Delegacia de Polícia da Capital.


Conforme a chefia de gabinete da UFSC, dois pró-reitores se deslocavam na manhã desta segunda-feira para o IML. Em nota, a universidade afirmou que "pró-reitorias e secretarias da Administração Central paralisaram as atividades a partir das 11h, em função do trágico acontecimento".
Estiveram no shopping nesta manhã familiares e amigos do reitor. Entre eles, a secretaria de Justiça e Cidadania, Ada de Luca, e o ex-ministro do Trabalho, Manoel Dias.

Investigação
 
Cancellier era suspeito de tentar interferir nas investigações internas feitas pelo corregedor-geral, Rodolfo Hickel do Prado. O corregedor diz ter sido ameaçado pelo reitor, ter o salário reduzido e ser pressionado a fornecer dados da investigação.


Também houve as denúncias de uma professora e uma coordenadora do EaD (Educação a Distância) a respeito de tentativas de "abafar" as investigações.
O reitor chegou a declarar que afastamento do cargo após operação da PF "é um exílio" e que prisão "foi traumática". Segundo Cancellier, não houve nenhuma "atitude que leve a obstrução de qualquer denúncia que tenha sido feita com relação à universidade”.

Autorização para entrar na UFSC
 
No sábado (30), a 1ª Vara Federal de Florianópolis havia autorizado Cancellier a entrar no Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) do campus da capital em 5 de outubro para participar de uma sessão pública. Ele estava afastado da instituição por determinação judicial.
 

Reitor
 
Com uma disputa apertada, Cancellier foi escolhido novo reitor da UFSC em 2015. A gestão começou em 2016, com duração até 2020. Cancellier foi diretor do Centro de Ciências Jurídicas desde 2012. Tem graduação, mestrado e doutorado em Direito, pela UFSC, além de especialização em gestão universitária e direito tributário.
 

Também foi membro do Conselho Editorial da EdUFSC de 2009 a 2013, chefiou o departamento de Direito da UFSC de 2009 a 2011 e presidiu a Fundação José Arthur Boiteux entre 2009 e 2010.
 

Fonte: G1 SC
 

 


 
 

 

Meninos e meninas passam intervalo em escola pública fazendo crochê em Itajaí

Para a diretora, além de estimular os alunos, as atividades ajudam a combater preconceitos.

Meninos e meninas de uma escola da rede pública de Itajaípassam o recreio das atividades educativas fazendo crochê. A iniciativa que existe desde 2012 ganhou adesão dos alunos e tem ajudado a desenvolver várias habilidades, inclusive em estudantes com síndrome de Down e autismo, por exemplo.


"Desenvolve bastante a concentração, a paciência, perseverança e também a coordenação motora, a questão do erro, acerto, voltar para fazer de novo. O lado emocional também. É usado como terapia esses trabalhos manuais", conta a professora Fátima Demartino.


O crochê está entre as atividades que mais tem feito sucesso no contraturno escolar que atende alunos da rede pública de Itajaí. Além da atividade, os alunos aprendem outros trabalhos manuais, principalmente com materiais reciclados.


Para a diretora da escola, Adriana dos Santos, além de estimular os alunos, as atividades ajudam a combater preconceitos. "Há tanto preconceito, há tanta discriminação. E a gente quer tornar o ser humano cada vez mais amoroso, mais sensível. A gente acredita que com essas atividades a gente estimule isso", conta.

"A mãe do meu pai e a mãe da minha mãe fazia. Aí eu pedia pra ensinar, mas não tinha tempo, porque tinha que fazer outras coisas lá pra casa”, conta Pedro Henrique de Oliveira Chaves, de 12 anos, que é um dos meninos que passa todo o intervalo da aula concentrado entre a agulha e o barbante. Ele estuda de tarde e pela manhã faz crochê.

“Eu já fiz dois cachecóis e agora estou fazendo uma touca”, conta a aluna Heloise Vargas, também de 12 anos. O estudante Gustavo Fulgêncio também virou adepto do trabalho manual:
 

“O problema só é que demora para terminar, mas vale a pena", diz Gustavo, de 13 anos.

As crianças ganham aptidão em diversas atividades ensinadas no contraturno. Islan Garcês aprendeu também a costurar. “Minha mãe ficou feliz porque eu sabia costurar. Meu pai não deu muita bola, achou estranho”, conta o menino.

Fonte: G1 SC

'O teto ficou a dois palmos', diz catarinense que estava em prédio que caiu em terremoto no México

Sergio Ribeiro estava dando aula quando edifício de sete andares veio abaixo na tarde de terça (19).

O catarinense Sergio Ribeiro, de 44 anos, viveu 15 minutos assustadores durante o terremoto que atingiu a Cidade do México por volta das 13h de terça-feira (19). Ele estava com 10 alunas e um tradutor quando o prédio de sete andares veio abaixo. Ele dava uma aula de micropigmentação no segundo andar, quando sentiu o tremor.


“Senti sacudir para cima e para baixo. Não imaginava que tudo fosse cair sobre nós, foi tipo cinco a dez segundos. Corremos, mas foi muito rápido, assim que cheguei na escada caiu tudo. O teto ficou a dois palmos. Com muita força, consegui tirar os escombros de cima de mim. Desci a escada e vi os bombeiros no térreo, tive que quebrar os vidros da janela para eles me socorrerem com uma escada”, contou o catarinense, natural de Indaial, no Vale do Itajaí.

Apesar do susto, Sergio não teve ferimentos graves, recebeu atendimento médico e foi liberado. “Tive alguns arranhões em um braço e uma perna. O pior foi a pressão do que caiu sobre mim, que machucou por dentro do peito e das costas. Hoje estou com dor", disse Sergio, lembrando das mortes que ocorreram nos andares acima de onde ele estava. Ele não soube informar o número de vítimas.

O gaúcho Daniel da Silva Martins era o tradutor de Sergio. Ele teve alguns ferimentos e se recuperava com ele na casa de amigos brasileiros. As alunas dele estão vivas, mas a última a ser retirada dos escombros ficou nove horas presa.

Esta era a terceira semana de Sérgio na cidade, já havia ministrado cursos em outras três cidades mexicanas. A próxima seria Cancún.
“Agora vou me organizar para voltar para Santa Catarina, vou até o apartamento onde estão minhas coisas, porque perdi meu passaporte, meu celular, para retornar. Vivi momentos terríveis, em meio a muito pó, na escuridão e com pouco ar. Foi assustador”, afirmou.
 

Fonte: G1 SC

Ao Vivo

Trânsito Agora

Tempo