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Programa: Os Serranos

Idosa comemora aniversário de 101 anos em Itajaí Maria Antônia Pedroza é gaúcha e chegou na cidade de SC há 25 anos. Atualmente, mora em um asilo, onde celebrou mais um ano de vida.

Esta terça-feira (24) foi dia de festa em um asilo de Itajaí. A residente mais velha, Maria Antônia Pedroza, comemorou os 101 anos de idade com direito a bolo e velas. Ela chegou à cidade catarinense há 25 anos, vinda do Rio Grande do Sul.
 

Festa
 
Quem já andou bastante não tem mais pressa. É devagar que a chamada dona Tonha caminha até o bolo. É com calma que ela consegue apagar a velinha depois de algumas tentativas. Aceita ajuda, mas prefere fazer sozinha.
"Caso ela não goste ou alguém não está fazendo do jeito dela, ela vai reclamar!", disse a coordenadora-geral do asilo, Emanuella Caroline Nunes Corrêa.
 

Rebelde
 
Dona Tonha é gaúcha. Não tem filhos, mas encontrou na vida duas protetoras, tipo netas. Ela é a mais experiente do asilo Dom Bosco e talvez, a mais rebelde também.
"Se ela não gosta de uma coisa, ela não faz.Ela não gosta de uma roupa branca, ela não usa", afirmou a neta de criação Claudia Negreiros.
Colega de Tonha, outra moradora do asilo, Valdeci da Silva Berndt, brincou: "Ela é muito legal, mas não mexe com ela que o bicho pega".
No asilo, Tonha casou duas vezes e depois teve mais um namorado. Os três já morreram. Maria Antônia chegou no asilo em 1996, aos 79 anos. Atualmente, ela tem uma dieta equilibrada com ajuda de uma nutricionista, mas não recusa um pedaço de bolo.
 

Nova fase
 
Ela toma apenas um remédio, para controlar a tireoide. Quando tem forró no asilo, ela até arrisca uns passos, mas ultimamente está ficando mais quietinha, aprendendo a viver uma nova fase.
"Ela não consegue mais fazer, então ela tem que aceitar o cuidado que as pessoas podem dar", afirmou a neta de criação Sandra Mari Franz.
Ela enxerga e escuta com dificuldades. Mas tem criatividade de sobra. Se falta memória para lembrar da letra do "Alecrim dourado", improvisa. O importante da música é a alegria com que se canta.

Fonte: G1 SC

Ministério confirma 677 casos de sarampo em seis estados do Brasil

Amazonas e Roraima lideram com maior número de infecções, com 444 e 216 casos, respectivamente.

O Ministério da Saúde atualizou o número de casos de sarampo no Brasil: foram 677 casos até esta terça-feira (17) em seis estados: Amazonas, Roraima, Rondônia, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O número de casos em investigação assusta: chegou a 2.724.

Atualmente, o Brasil enfrenta dois surtos da doença, em Roraima e no Amazonas. Segundo o governo, eles estão relacionados à importação de casos de outros países. "Isso ficou comprovado pelo genótipo do vírus (D8) que foi identificado, que é o mesmo que circula na Venezuela", afirma o ministério.

 

A região Norte, como é visto na tabela acima, alavanca o número de casos. O Ministério da Saúde acredita que vá conseguir controlar os surtos, mas ressalta que o aumento das taxas de vacinação é importantíssimo para garantir o controle da doença. Juntamente com o sarampo, o país também está atento à circulação e às baixas coberturas vacinais da poliomielite.
 

Sarampo no mundo
 
Nesta terça-feira, a Organização Mundial da Saúde divulgou uma altano número de casos da doença em todo o mundo. A baixa cobertura vacinal em alguns países, como o Brasil, contribuiu para volta da doença - foram 173.330 casos no planeta, um aumento de 41 mil casos em apenas um ano.
 
Globalmente, 85% das crianças foram vacinadas com a primeira dose da vacina contra o sarampo no primeiro ano de vida, através dos serviços de saúde de rotina e 67% com uma segunda dose.
Apesar disso, segundo o relatório da OMS, os níveis de cobertura permanecem bem aquém da cobertura de imunização contra o sarampo recomendada pela organização, que é de pelo menos 95% para evitar surtos, evitar mortes evitáveis ​​e alcançar metas de eliminação regional.

Fonte: G1 SC

Mancha de cor azulada com origem desconhecida no rio Itajaí-Mirim é investigada em Brusque

Segundo o Semasa, por medida preventiva a captação de água pode ter interrupção nesta terça-feira.

Uma mancha de de cor azulada cobre parte do rio Itajaí-Mirim, em Brusque, no Vale do Itajaí. De acordo com a Serviço Municipal de Água, Saneamento Básico e Infraestrutura (Semasa), ainda não se sabe a origem do vazamento do produto e a captação de água poderá ter interrupção nesta terça-feira (17).


Segundo o Semasa, por medida preventiva o serviço de captação de água poderá ser afetado e comprometer o abastecimento para os moradores.


"Como ainda é incerto quanto tempo a captação será desativada na cidade, a autarquia pede aos moradores que façam uso racional e econômico de água, evitando possíveis problemas de desabastecimento", comunicou.


Os técnicos do Semasa e da Fundação do Meio Ambiente de Itajaí (Famai) trabalham na coleta de amostras para análise do que pode estar causando a mancha.

Fonte: G1 SC

Polícia indicia 37 integrantes de quadrilha do RS que vendia peças de carros roubados pela internet

Mais de 40 veículos da quadrilha foram apreendidos durante operação realizada no final de junho. Líderes já fora indiciados mais de 120 vezes, cada.

A Polícia Civil apresenta nesta terça-feira (17) o indicamento de 37 pessoas no inquérito que investigou uma quadrilha que roubava e desmanchava veículos de luxo. As peças eram vendidas pela internet. Conforme a Delegacia de Repressão ao Roubo de Veículos (DRV) o inquérito deve ser remetido ao judiciário em São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre.


Entre os indiciados estão as lideranças, gerentes, assessores, vendedores, operadores financeiros, assaltantes, mecânicos e laranjas. Os dois chefes da quadrilha investigados já foram indiciados mais de 120 vezes, cada.


A ação foi realizada em nove cidades do Rio Grande do Sul, e também no estado de Santa Catarina, quando foram cumpridas mais de 150 ordens judiciais, que resultaram na prisão de 34 pessoas, e apreensão de 49 veículos.


De acordo com a polícia, foi desarticulada uma "complexa e sofisticada" organização criminosa. Os veículos eram roubados, desmanchados em nove galpões, e depois das peças eram vendidas em sites de leilão por preços muito abaixo do mercado.


A polícia acredita que eles chegavam a lucrar R$ 500 mil , que eram lavados por meio de empresas e fraudes contra seguros.

Fonte: G1 SC



 
 

Planos de saúde: entenda o que muda com as novas regras de coparticipação e franquia

Pacientes deverão pagar até 40% no caso de planos de saúde com coparticipação; novas regras entram em vigor em dezembro e valem somente para novos contratos, segundo a ANS.

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou novas regras para a cobrança de coparticipação e franquia nos planos de saúde. Essas modalidades de planos, diferentes da regular, em que o consumidor paga uma mensalidade fixa e não precisar arcar com cobranças extras, existem desde 1998, mas era preciso uma regulamentação para deixar claras as condições, critérios e limites de aplicação, segundo a agência reguladora.
 

Veja abaixo o tira dúvidas sobre as novas regras:
 
 O que é plano de saúde com coparticipação?
 
O beneficiário paga um valor à parte pela realização de um procedimento ou evento, cujo percentual não poderá passar de 40% do valor.
 

O que é plano de saúde com franquia?
 
O consumidor paga uma mensalidade e tem direito a alguns procedimentos básicos. Se precisar de outras consultas, exames ou cirurgias, tem de pagar do próprio bolso até o valor da franquia que está previsto em contrato. Depois que usar toda a franquia, o plano de saúde é que tem de arcar com os gastos.
 

Como era antes e o que muda?
 
Percentual e limite cobrados
 
Como era antes
Operadoras podiam cobrar do consumidor qualquer percentual pelos procedimentos realizados em planos com coparticipação. Não havia a definição de um limite de cobrança por procedimento nem valor máximo por período mensal ou anual.
Como fica
Haverá um percentual máximo de 40% a ser cobrado por procedimentos no caso da coparticipação. E haverá ainda limites para o valor pago ao mês ou ano no caso de coparticipação e franquia (esses limites não serão aplicados a planos odontológicos):
 

Limite anual: o valor máximo a ser pago pelo beneficiário no período de um ano não pode ultrapassar o valor correspondente a 12 mensalidades;
Limite mensal: o valor máximo a ser pago pelo beneficiário a cada mês não pode ser superior ao valor da mensalidade devida pelo beneficiário.
 

Por exemplo, se o beneficiário paga R$ 100 de mensalidade, o limite mensal da coparticipação ou franquia não pode ultrapassar R$ 100. Com isso, o beneficiário irá pagar naquele mês o máximo de R$ 200. No caso do limite anual, o valor da coparticipação ou da franquia seria de R$ 1.200.

O limite a ser pago pode ser aumentado? Em que situação?
 
O limite poderá ser aumentado em 50% no caso de planos de saúde empresariais que prevejam esse aumento por meio de acordos ou convenções coletivas de trabalho. Assim, os limites mensais e anuais da coparticipação e franquia passariam de R$ 120 e R$ 1.200 para R$ 150 e R$ 1.500, respectivamente.
Caso seja ultrapassado o limite estabelecido, os custos de utilização do plano de saúde passarão a ser integralmente arcados pela operadora, sendo proibida a cobrança de valores excedentes no ano seguinte.
 
Quando as novas regras entram em vigor?
 
Em 180 dias a partir do dia 28 de junho, ou seja, 28 de dezembro.
 

Esses planos correspondem a quantos por cento do mercado?
 
Em 10 anos, a fatia de participação no mercado de planos de saúde com coparticipação e franquia subiu de 22% para 52% - 24,7 milhões de beneficiários dos cerca de 48 milhões de beneficiários estão nessas modalidades, segundo a ANS.
 

Como o consumidor saberá o que terá de pagar?
 
Segundo a ANS, quando a modalidade de coparticipação prevê percentual incidindo sobre valor efetivamente pago ao prestador, a operadora será obrigada a prestar as informações sobre o valor cobrado quando solicitado pelos beneficiários.
Além disso, o beneficiário poderá consultar previamente o valor do preço do procedimento praticado por prestadores específicos.
 

Como deve ser aplicada a coparticipação?
 
Estão previstas as seguintes modalidades:
 

Percentual sobre o valor monetário do procedimento, grupo de procedimentos ou evento em saúde, efetivamente pago pela operadora ao prestador de serviços em saúde;
Percentual sobre os valores dispostos em tabela de referência que contenha a relação de procedimentos, grupos de procedimentos e eventos em saúde sobre os quais incidirá a coparticipação;
Valor fixo sobre o procedimento, grupo de procedimentos ou evento em saúde devido a título de coparticipação.
 
 

Como deve ser aplicada a franquia?
 
As novas normas preveem as seguintes modalidades:
 

Franquia dedutível acumulada: a operadora não se responsabiliza pela cobertura das despesas assistenciais acumuladas no período de 12 meses, contados da assinatura ou do aniversário do contrato, até que seja atingido o valor previsto no contrato como franquia;
Franquia limitada por acesso: a operadora não se responsabiliza pela cobertura das despesas assistenciais até o valor definido em contrato, cada vez que o beneficiário acessa a rede credenciada, referenciada, cooperada, ou, nos contratos em que haja previsão de livre escolha, acessa prestador de fora da rede de prestadores da operadora.
 
 
Como funciona a incidência de coparticipação e franquia em internações e atendimentos em pronto-socorro?
 
No caso de atendimentos em pronto-socorro, somente poderá ser cobrado valor fixo e único – não importando a quantidade e o tipo de procedimento realizado. O valor deverá ser previamente conhecido pelo beneficiário e não poderá ser superior a 50% do valor da mensalidade, nem maior que o valor pago pela operadora ao prestador.
No caso de atendimento realizado em regime de internação, o valor será fixo e único e não poderá ser superior ao valor da mensalidade.
Os valores fixos e únicos previstos no contrato deverão ser aplicados a todos os estabelecimentos de pronto-socorro que estejam na rede credenciada do plano contratado pelo beneficiário, sem distinção.
 

O que o contrato deve estabelecer?


Os procedimentos e serviços em saúde sobre os quais incidirão a cobrança de coparticipação e franquia e também os isentos;


A forma de aplicação e valores e/ou percentuais, incluindo eventuais distinções aplicadas;
Os limites de exposição financeira;
Os critérios de reajuste dos valores, em caso de haver previsão;
Valores fixos referentes aos atendimentos pronto-socorro e internação
 
Como ficam os contratos já firmados antes das novas regras?
 
Os contratos firmados antes da entrada em vigor do normativo não se submetem às novas regras.
 

Como ficam os novos contratos assinados antes de as regras entrarem em vigor?
 
Somente em 28 de dezembro as regras passarão a valer. Portanto, quem assinar contratos de planos de saúde com coparticipação e franquia nesses seis meses antes de as normas entrarem em vigor ainda estarão sujeitos às regras antigas.


Procedimentos cobertos
 
Como era antes
Cobrança podia incidir sobre qualquer procedimento. E permitia ainda cobrança diferenciada por doença ou patologia e em casos de internações por evento realizado.

Como fica

A cobrança da coparticipação e da franquia está proibida em mais de 250 procedimentos, entre eles consultas com médico generalista, exames preventivos e de pré-natal e tratamentos crônicos como câncer e hemodiálise. Fica proibida ainda a cobrança de coparticipação e franquia diferenciada por doença ou patologia, exceto na hipótese de internação psiquiátrica.

Fonte: G1 SC

Focos do Aedes aegypti crescem 48,4% em SC e 73 municípios são considerados infestados

Mosquito é transmissor de doenças como dengue, febre chikungunya e vírus da zika.

O número de focos do mosquito Aedes aegypti em Santa Catarina entre 31 de dezembro de 2017 e 23 de junho de 2018 aumentou 48,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, passando de 7.761 em 135 municípios para 11.515 em 150 municípios. Os dados são de boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do estado (Dive-SC).


No total, 73 municípios são considerados infestados, crescimento de 21,7% em relação a esse período em 2017, quando eram 60 municípios nessa condição. O mosquito é transmissor de doenças como dengue, febre chikungunya e vírus da zika.


A Dive-SC informou que aumento do número de focos está associado ao Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), no qual foi feita a coleta de larvas para o conhecimento do Índice de Infestação Predial (IIP).


Veja na tabela abaixo a relação de municípios catarinenses considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti:

Dengue
 
Entre 31 de dezembro de 2017 e 23 de junho deste ano, foram notificados 1.140 casos de dengue no estado, sendo 45 confirmados, contra 10 no mesmo período do ano passado. Setenta e quatro estão inconclusivos, 951 foram descartados e 70 estão sob investigação.
Dos casos confirmados este ano, 29 são autóctones (com transmissão dentro do estado), 26 com Local Provável de Infecção (LPI) em Itapema e 3 com LPI em Balneário Camboriú, sendo 25 residentes em Itapema e 04 residentes em Balneário Camboriú.

Os 08 casos com transmissão fora do estado moram nos municípios de Biguaçu (01), Canoinhas (01), Florianópolis (01), Itajaí (01), Joinville (03) e São José (01), sendo que os locais prováveis de infecção são os estados de Mato Grosso do Sul, Bahia, Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Paraíba.

Febre chikungunya


Foram notificados 232 casos no estado, sendo 8 confirmados, 181 descartados e 43 em investigação. Dos que tiveram confirmação, 5 foram transmitidos fora do estado. Três são autóctones (transmitidos dentro do estado), de moradores de Cunha Porã (2) e São Miguel do Oeste (1).
Na comparação com o mesmo período de 2017, foram notificados 232 casos e, em relação aos casos confirmados, foram 26 importados e nenhum autóctone.
 

Vírus da zika
 
Foram notificados 51 casos de vírus da zika, sendo 44 descartados, 2 suspeitos e 4 inconclusivos. Um caso foi confirmado e seria importado - o paciente mora em Piratuba e teria contraído em Mato Grosso.
Houve queda de 16% na notificação de casos em comparação com o mesmo período de 2017, quando foram 61 registros.

Fonte: G1 SC


 

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