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Programa: Paradao de Sucessos

Planos de saúde: entenda o que muda com as novas regras de coparticipação e franquia

Pacientes deverão pagar até 40% no caso de planos de saúde com coparticipação; novas regras entram em vigor em dezembro e valem somente para novos contratos, segundo a ANS.

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou novas regras para a cobrança de coparticipação e franquia nos planos de saúde. Essas modalidades de planos, diferentes da regular, em que o consumidor paga uma mensalidade fixa e não precisar arcar com cobranças extras, existem desde 1998, mas era preciso uma regulamentação para deixar claras as condições, critérios e limites de aplicação, segundo a agência reguladora.
 

Veja abaixo o tira dúvidas sobre as novas regras:
 
 O que é plano de saúde com coparticipação?
 
O beneficiário paga um valor à parte pela realização de um procedimento ou evento, cujo percentual não poderá passar de 40% do valor.
 

O que é plano de saúde com franquia?
 
O consumidor paga uma mensalidade e tem direito a alguns procedimentos básicos. Se precisar de outras consultas, exames ou cirurgias, tem de pagar do próprio bolso até o valor da franquia que está previsto em contrato. Depois que usar toda a franquia, o plano de saúde é que tem de arcar com os gastos.
 

Como era antes e o que muda?
 
Percentual e limite cobrados
 
Como era antes
Operadoras podiam cobrar do consumidor qualquer percentual pelos procedimentos realizados em planos com coparticipação. Não havia a definição de um limite de cobrança por procedimento nem valor máximo por período mensal ou anual.
Como fica
Haverá um percentual máximo de 40% a ser cobrado por procedimentos no caso da coparticipação. E haverá ainda limites para o valor pago ao mês ou ano no caso de coparticipação e franquia (esses limites não serão aplicados a planos odontológicos):
 

Limite anual: o valor máximo a ser pago pelo beneficiário no período de um ano não pode ultrapassar o valor correspondente a 12 mensalidades;
Limite mensal: o valor máximo a ser pago pelo beneficiário a cada mês não pode ser superior ao valor da mensalidade devida pelo beneficiário.
 

Por exemplo, se o beneficiário paga R$ 100 de mensalidade, o limite mensal da coparticipação ou franquia não pode ultrapassar R$ 100. Com isso, o beneficiário irá pagar naquele mês o máximo de R$ 200. No caso do limite anual, o valor da coparticipação ou da franquia seria de R$ 1.200.

O limite a ser pago pode ser aumentado? Em que situação?
 
O limite poderá ser aumentado em 50% no caso de planos de saúde empresariais que prevejam esse aumento por meio de acordos ou convenções coletivas de trabalho. Assim, os limites mensais e anuais da coparticipação e franquia passariam de R$ 120 e R$ 1.200 para R$ 150 e R$ 1.500, respectivamente.
Caso seja ultrapassado o limite estabelecido, os custos de utilização do plano de saúde passarão a ser integralmente arcados pela operadora, sendo proibida a cobrança de valores excedentes no ano seguinte.
 
Quando as novas regras entram em vigor?
 
Em 180 dias a partir do dia 28 de junho, ou seja, 28 de dezembro.
 

Esses planos correspondem a quantos por cento do mercado?
 
Em 10 anos, a fatia de participação no mercado de planos de saúde com coparticipação e franquia subiu de 22% para 52% - 24,7 milhões de beneficiários dos cerca de 48 milhões de beneficiários estão nessas modalidades, segundo a ANS.
 

Como o consumidor saberá o que terá de pagar?
 
Segundo a ANS, quando a modalidade de coparticipação prevê percentual incidindo sobre valor efetivamente pago ao prestador, a operadora será obrigada a prestar as informações sobre o valor cobrado quando solicitado pelos beneficiários.
Além disso, o beneficiário poderá consultar previamente o valor do preço do procedimento praticado por prestadores específicos.
 

Como deve ser aplicada a coparticipação?
 
Estão previstas as seguintes modalidades:
 

Percentual sobre o valor monetário do procedimento, grupo de procedimentos ou evento em saúde, efetivamente pago pela operadora ao prestador de serviços em saúde;
Percentual sobre os valores dispostos em tabela de referência que contenha a relação de procedimentos, grupos de procedimentos e eventos em saúde sobre os quais incidirá a coparticipação;
Valor fixo sobre o procedimento, grupo de procedimentos ou evento em saúde devido a título de coparticipação.
 
 

Como deve ser aplicada a franquia?
 
As novas normas preveem as seguintes modalidades:
 

Franquia dedutível acumulada: a operadora não se responsabiliza pela cobertura das despesas assistenciais acumuladas no período de 12 meses, contados da assinatura ou do aniversário do contrato, até que seja atingido o valor previsto no contrato como franquia;
Franquia limitada por acesso: a operadora não se responsabiliza pela cobertura das despesas assistenciais até o valor definido em contrato, cada vez que o beneficiário acessa a rede credenciada, referenciada, cooperada, ou, nos contratos em que haja previsão de livre escolha, acessa prestador de fora da rede de prestadores da operadora.
 
 
Como funciona a incidência de coparticipação e franquia em internações e atendimentos em pronto-socorro?
 
No caso de atendimentos em pronto-socorro, somente poderá ser cobrado valor fixo e único – não importando a quantidade e o tipo de procedimento realizado. O valor deverá ser previamente conhecido pelo beneficiário e não poderá ser superior a 50% do valor da mensalidade, nem maior que o valor pago pela operadora ao prestador.
No caso de atendimento realizado em regime de internação, o valor será fixo e único e não poderá ser superior ao valor da mensalidade.
Os valores fixos e únicos previstos no contrato deverão ser aplicados a todos os estabelecimentos de pronto-socorro que estejam na rede credenciada do plano contratado pelo beneficiário, sem distinção.
 

O que o contrato deve estabelecer?


Os procedimentos e serviços em saúde sobre os quais incidirão a cobrança de coparticipação e franquia e também os isentos;


A forma de aplicação e valores e/ou percentuais, incluindo eventuais distinções aplicadas;
Os limites de exposição financeira;
Os critérios de reajuste dos valores, em caso de haver previsão;
Valores fixos referentes aos atendimentos pronto-socorro e internação
 
Como ficam os contratos já firmados antes das novas regras?
 
Os contratos firmados antes da entrada em vigor do normativo não se submetem às novas regras.
 

Como ficam os novos contratos assinados antes de as regras entrarem em vigor?
 
Somente em 28 de dezembro as regras passarão a valer. Portanto, quem assinar contratos de planos de saúde com coparticipação e franquia nesses seis meses antes de as normas entrarem em vigor ainda estarão sujeitos às regras antigas.


Procedimentos cobertos
 
Como era antes
Cobrança podia incidir sobre qualquer procedimento. E permitia ainda cobrança diferenciada por doença ou patologia e em casos de internações por evento realizado.

Como fica

A cobrança da coparticipação e da franquia está proibida em mais de 250 procedimentos, entre eles consultas com médico generalista, exames preventivos e de pré-natal e tratamentos crônicos como câncer e hemodiálise. Fica proibida ainda a cobrança de coparticipação e franquia diferenciada por doença ou patologia, exceto na hipótese de internação psiquiátrica.

Fonte: G1 SC

Focos do Aedes aegypti crescem 48,4% em SC e 73 municípios são considerados infestados

Mosquito é transmissor de doenças como dengue, febre chikungunya e vírus da zika.

O número de focos do mosquito Aedes aegypti em Santa Catarina entre 31 de dezembro de 2017 e 23 de junho de 2018 aumentou 48,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, passando de 7.761 em 135 municípios para 11.515 em 150 municípios. Os dados são de boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do estado (Dive-SC).


No total, 73 municípios são considerados infestados, crescimento de 21,7% em relação a esse período em 2017, quando eram 60 municípios nessa condição. O mosquito é transmissor de doenças como dengue, febre chikungunya e vírus da zika.


A Dive-SC informou que aumento do número de focos está associado ao Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), no qual foi feita a coleta de larvas para o conhecimento do Índice de Infestação Predial (IIP).


Veja na tabela abaixo a relação de municípios catarinenses considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti:

Dengue
 
Entre 31 de dezembro de 2017 e 23 de junho deste ano, foram notificados 1.140 casos de dengue no estado, sendo 45 confirmados, contra 10 no mesmo período do ano passado. Setenta e quatro estão inconclusivos, 951 foram descartados e 70 estão sob investigação.
Dos casos confirmados este ano, 29 são autóctones (com transmissão dentro do estado), 26 com Local Provável de Infecção (LPI) em Itapema e 3 com LPI em Balneário Camboriú, sendo 25 residentes em Itapema e 04 residentes em Balneário Camboriú.

Os 08 casos com transmissão fora do estado moram nos municípios de Biguaçu (01), Canoinhas (01), Florianópolis (01), Itajaí (01), Joinville (03) e São José (01), sendo que os locais prováveis de infecção são os estados de Mato Grosso do Sul, Bahia, Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Paraíba.

Febre chikungunya


Foram notificados 232 casos no estado, sendo 8 confirmados, 181 descartados e 43 em investigação. Dos que tiveram confirmação, 5 foram transmitidos fora do estado. Três são autóctones (transmitidos dentro do estado), de moradores de Cunha Porã (2) e São Miguel do Oeste (1).
Na comparação com o mesmo período de 2017, foram notificados 232 casos e, em relação aos casos confirmados, foram 26 importados e nenhum autóctone.
 

Vírus da zika
 
Foram notificados 51 casos de vírus da zika, sendo 44 descartados, 2 suspeitos e 4 inconclusivos. Um caso foi confirmado e seria importado - o paciente mora em Piratuba e teria contraído em Mato Grosso.
Houve queda de 16% na notificação de casos em comparação com o mesmo período de 2017, quando foram 61 registros.

Fonte: G1 SC


 

Em visita ao Brasil, vice de Trump vai discutir com Temer situação de crianças brasileiras separadas dos pais nos EUA

Mike Pence chegou a Brasília no início da manhã desta terça-feira. Crise na Venezuela e sobretaxa dos EUA ao aço e alumínio também estarão na pauta do encontro.

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, será recebido nesta terça-feira (26) pelo presidente Michel Temer no Palácio do Planalto. e acordo com o governo, um dos temas da reunião será a situação das crianças brasileiras separadas dos pais ao tentarem entrar ilegalmente nos Estados Unidos.
Na quarta-feira (20), o governo dos EUA divulgou que havia 49 crianças brasileiras em abrigos nos Estados Unidos. A separação de crianças e pais flagrados nas fronteiras norte-americanas faz parte da política de "tolerância zero" do governo de Donald Trump contra a imigração ilegal.
O Ministério das Relações Exteriores informou nesta segunda (25) que tem a expectativa de que nos próximos dias 3 dessas crianças sejam liberadas para ficar com parentes.
O Itamaraty enviou uma carta para o embaixador norte-americano em Brasília na qual manifestou "angústia" e "reações de inconformidade" parte do governo e da sociedade civil brasileira com a situação dessas famílias.
 

Agenda
 
Pence chegou a Brasília por volta das 7h40. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, Pence e Temer têm uma audiência marcada para 12h. Em seguida, vão para um almoço no Palácio do Itamaraty, sede do ministério. Eles devem fazer uma declaração à imprensa após o evento.
Conforme o Itamaraty, outros assuntos que Temer e Pence discutirão, além das crianças separadas dos pais, são:
 

cooperação espacial
sobretaxa dos EUA ao aço e alumínio;
imigração venezuelana.
 
Em briefing a jornalistas realizado na segunda (25), o embaixador Fernando Simas Magalhães, subsecretário-geral de Assuntos Políticos Multilaterais, Europa e América do Norte, afirmou que a visita de Pence tem “importância alta” para o governo brasileiro.
O diplomata lembrou que é a primeira passagem do vice-presidente americano pelo Brasil desde a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, em janeiro de 2017.
“Esse é o contato de mais alto nível bilateral até o momento com o governo do Donald Trump”, disse Magalhães, que lembrou a presença de Temer em um jantar com Trump em setembro do ano passado, nos Estados Unidos.

A visita de Pence ao Brasil estava prevista para maio, porém foi adiada. À época, sua porta-voz informou que o vice-presidente pretendia se concentrar no encontro entre Trump e o líder norte-coreano Kim Jong-un.
Além da capital federal, ele vai a Manaus na quarta-feira (27).
Agenda de Pence em Brasília, segundo o MRE:
 

7h40: previsão de chegada a Brasília
12h: audiência com Temer no Palácio do Planalto
13h: almoço no Palácio Itamaraty
14h15: declaração à imprensa no Itamaraty
 
 

Cooperação espacial e base de Alcântara
 
O encontro entre Temer e Pence pode resultar em avanços na cooperação espacial entre Brasil e Estados Unidos para viabilizar, no futuro, o uso do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, para o lançamento de satélites.
Conforme o embaixador Fernando Simas Magalhães, os dois países discutem um “acordo de salvaguarda tecnológicas” que poderá permitir o uso da base de Alcântara, inclusive com viés comercial.
“O acordo de salvaguardas tecnológicas em si é um requisito para o eventual uso futuro da base de Alcântara se for o caso, se houver interesse, sobretudo das empresas”, disse.
O diplomata explicou que Alcântara desperta interesse em razão da localização, na linha do Equador, que permite lançar satélites com economia de carga.
“Se nós pudermos criar as condições comerciais para a utilização da base de Alcântara, nós vamos entrar em um filão de mercado extraordinário”, declarou.
 

Sobretaxa de aço e alumínio
 
O embaixador Fernando Simas Magalhães também informou que integra a pauta da reunião desta terça as cotas e sobretaxas aplicadas pelos Estados Unidos às importações de aço e alumínio brasileiros.
Em março, Trump anunciou as restrições às importações de aço e alumínio de diversos países, a fim de proteger as indústrias de siderurgia e de alumínio americanas.
O governo brasileiro tentou ser incluído na lista de países que são exceção à medida, mas as negociações não prosperaram.

 Venezuelanos e visita a Manaus
 
Segundo o embaixador Fernando Simas Magalhães, Temer e Pence também vão tratar sobre o fluxo migratório de venezuelanos. O Brasil é um dos principais destinos dos venezuelanos que deixam sua terra natal, assolada por crises econômica, social e política.
O diplomata afirmou que o Brasil defende uma saída “democrática” para a crise no país vizinho e um olhar “solidário” a problemas que incentivam o fluxo migratório, como desabastecimento e inflação alta na Venezuela.
O tema da imigração venezuelana seguirá na agenda do vice-presidente americano na quarta, quando ele irá a Manaus. Pence programou a visita a uma casa de acolhida, que recebe venezuelanos na cidade.
De acordo com o MRE, caso haja condições, o político americano ainda fará um sobrevoo na região da floresta amazônica. Ele tem previsão de seguir à tarde para o Equador, próximo destino de seu giro pela América do Sul.

Fonte: G1 
 

Em quatro meses, SC registra mais de 1,1 mil casos de estupro

Maior parte dos crimes são cometidos por alguém próximo à vítima, diz delegada.

De janeiro a abril deste ano, ao menos 9 mulheres foram vítimas de estupro por dia em Santa Catarina, de acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública, o que totaliza 1.116 estupros no período. Nesses meses, foram registrados ainda 6,9 mil casos de lesão corporal contra mulheres, 65% deles ocorridos dentro de casa.


“Na maior parte dos casos de estupro, o autor é alguém próximo à vítima - pai, padrasto, tio, irmão. O estupro perpassa também o aspecto cultural. Eu já interroguei pais, padrastos que disseram que era um direito dele que a primeira relação sexual da filha ou enteada fosse com ele”, contou a coordenadora das Delegacias de Atendimento à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami), Patrícia Zimmermann D'Ávila.
Para ela, o crime de estupro engloba várias manifestações da violência sexual. “O estupro consumado compreende desde a conjunção carnal, até quaisquer outras práticas de atos libidinosos ou ato que satisfaça a lascívia. Então... se a mão que alguém passa na mulher, a boca que encosta nela é estupro? Só o inquérito policial poderá dizer”, explicou.


Conforme a delegada, a Polícia Civil trabalha para tornar a rede de atendimento às vítimas mais humanizada.
“Nossa preocupação é de que essa mulher receba atendimento médico imediato, para que ela receba medicação de emergência o quanto antes, para combater doenças sexualmente transmissíveis e até uma gravidez indesejada. Nossa orientação é de que ela seja primeiro levada ao hospital e o plantonista da polícia faça o boletim de ocorrência no local. Estamos trabalhando dia a dia para tornar esse atendimento mais humanizado”, falou.
 

Assassinatos
 
No primeiro trimestre, segundo a Secretaria de Segurança, foram registrados oito casos de feminicídio, crime cometido contra a mulher em situação de violência doméstica, familiar ou de discriminação à condição de gênero.
Na metade dos casos, as vítimas tinham até 30 anos e tinham filhos com o suspeito do crime. Apenas três mulheres registraram boletim de ocorrência contra o criminoso, conforme o estado. Quase todos os casos, segundo o governo , foram registrados dentro de casa.


Patrícia D'Àvila destacou que para enfrentar o problema, em alguns municípios estão sendo oferecidos tratamento psicológico ao agressor. As mulheres que são vítimas de agressão são inseridas em grupos de apoio para entenderem que precisam agir para mudar essa realidade.

Conforme a delegada, muitas vítimas se sentem intimidadas e retiram as denúncias ou mudam depoimentos em audiências.
Para denunciar a violência contra mulher, existe desde 2005 o Disque 180. Nesse canal, as mulheres são orientadas sobre os serviços disponíveis para o enfrentamento do problema.


O serviço é gratuito e anônimo. As vítimas são atendidas por mulheres que são treinadas para dar o encaminhamento necessário para cada caso.

Fonte: G1 SC

Foto: Ilustrativa

SC atinge 86% da meta de vacinação contra gripe

Segundo último boletim da Dive, até 13 de junho, 12 pessoas morreram por causa da gripe no estado.

Até esta terça-feira (19), foram vacinadas contra a gripe em Santa Catarina 1.174.096 pessoas pertencentes aos grupos prioritários. Entre os com co-morbidades, como doenças crônicas, foram imunizadas são 369.759. A campanha no estado foi encerrada em 8 de junho e, desde então, a Secretaria da Saúde pediu aos municípios que mantivessem a imunização para o público-alvo até atingir 90%.


O estado chegou a 86% de cobertura do público-alvo, de acordo com Diretoria de Vigilância Epidiomiológica de Santa Catarina (Dive-SC). Desta forma, faltam 4% para chegar à meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, de 90% dos pacientes vacinados.


Até 13 de junho, 12 pessoas haviam morrido por gripe no estado. Desses, 6 foram diagnosticados pelo subtipo A (H1N1), 5 pelo subtipo A (H3N2) e 1 (8,3%) está aguardando a subtipagem. A maioria dos pacientes era de idosos ou pessoas com fator de risco associado, como obesidade, portadores de doenças crônicas e bebês.


“Nosso pedido foi para que as prefeituras abrissem a vacinação para pacientes com idades entre 50 e 59 anos e ainda entre 5 e 9 anos, enquanto tiverem doses disponíveis”, afirmou a gerente de imunização de Santa Catarina Vanessa Vieira da Silva.
 

Como se vacinar
 
A vacina contra a gripe está disponível em qualquer unidade básica de saúde do estado. Para se vacinar, basta apresentar a carteira de identidade. Se tiver uma doença crônica, deve ter em mãos um documento que comprove esta condição.


No caso de professores ou profissionais da área da saúde, devem apresentar um contra-cheque, carteira de trabalho ou outro documento que comprove a ocupação. Pacientes que tenham caderneta de vacinação devem levá-la para que a vacina seja registrada.


“A vacina contra a gripe estimula o sistema imunológico a proteger o organismo dos agravamentos que uma gripe traz, ou seja, evita que a pessoa tenha as condições que podem levar a internar ou morrer”, explicou Vanessa.

Conforme a gerente, que também é enfermeira, há diversos tipos de vírus da gripe e apenas contra três a vacina imuniza o paciente. “Quando se ouve relatos de pessoas que tomaram a vacina e tiveram gripe é por isso. Na vacina, há imunização contra os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B, que são os que podem levar à morte", declarou.

Fonte: G1 SC

"Não adianta imaginar que frases feitas vão administrar o Brasil", afirma Ciro Gomes em palestra em Blumenau

Pré-candidato à Presidência pelo PDT esteve na cidade na noite desta quarta-feira e falou com acadêmicos sobre economia e administração pública

Em uma dualidade de quem usa termos populares e faz brincadeiras, disparando sequências de raciocínio rápidas e uma chuva de dados técnicos e exemplos, Ciro Gomes (PDT) gera reações. Independentemente de posicionamento político, alguma resposta é esboçada por quem ouve o cearense presidenciável, e foi assim na noite desta quarta-feira em passagem do pré-candidato à Presidência do PDT por Blumenau, em palestra na Furb.

Bastaram 30 segundos de palestra para que Ciro citasse o número de homicídios registrados no Brasil e uma série de dados sobre violência, segurança, direitos humanos e economia. 

– Gosto de me refugiar em números, pois eles me protegem de paixões – diz o advogado e ex-ministro da Fazenda e Integração Nacional (nos governos Lula e Itamar Franco) e ex-governador do Ceará.

Na fala aos acadêmicos, Ciro citou várias vezes outros candidatos e fez questão de frisar a necessidade de espaço para o debate no país:

– Deveríamos todos refletir sobre o que aconteceu com o Brasil para chegar onde estamos. O problema do Brasil é estrutural e advém de um colapso do sistema tradicional.

Em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto que excluem o ex-presidente Lula como opção possível, atrás de Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede), Ciro falou sobre uma possível preferência dos estados do Sul aos candidatos da direita e destacou as forças de Santa Catarina em nível nacional – com destaque para a produção agrícola e a necessidade de melhorias nas maneiras de escoar a produção. Questionado sobre a duplicação da BR-470, tema sensível para o Vale do Itajaí, disse que não faz promessas, mas garante voltar à região.

Lembrando dos tempos de professor, no ambiente acadêmico o pré-candidato utilizou a palestra para explicar questões econômicas e de administração pública, além de comentários sobre o descrédito da população em relação à política. Foi aplaudido e, após a fala, respondeu perguntas dos acadêmicos, que ainda devem receber nos próximos meses as visitas de outros pré-candidatos à presidência. O diretório de acadêmicos do curso de Direito da Furb já trata com Álvaro Dias (Podemos), Geraldo Alckmin (PSDB), João Amoedo (Novo) e Jair Bolsonaro (PSL).

Fonte: Santa

Polícia apreende computadores em Joinville e busca suspeito de ameaçar adolescentes para obter fotos nuas

Autor dos crimes seria de Joinville e ao menos quatro vítimas do Paraná foram identificadas.

A Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami) Joinville, no Norte catarinense, apreendeu na manhã desta sexta-feira (8) computadores em busca de um hacker, suspeito de chantagear e ameaçar adolescentes do Paraná para obter imagens nuas.

Conforme a delegada Georgia Marrianny Gonçalves Bastos, foram apreendidas 19 CPUs, 15 HD e um aparelho celular. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em uma lan house desativada e na casa do proprietário do estabelecimento, na Zona Sul da cidade.

De acordo com a delegada, as investigações começaram em 2016 no Paraná. Foram identificadas quatro adolescentes, entre 13 e 15 anos, vítimas do hacker.
O criminoso fazia perfis falsos de amigas das vítimas e começava a conversar com elas pelas redes sociais. Na sequência, exigia fotos nuas das adolescentes e fazia ameaças de morte envolvendo as famílias das vítimas.


As investigações continuam em busca do autor dos crimes.

Fonte: G1 SC

Com temperatura abaixo de zero, Urupema registra sincelo nesta sexta

Fenômeno é o congelamento das gotas de água em suspensão, formando camadas de gelo na vegetação.

Esta sexta-feira (8) amanheceu gelada em Urupema, na Serra Catarinense. A temperatura chegou aos -3,1º C, segundo a Central NSC de Meteorologia. O frio intenso favoreceu a ocorrência do fenômeno sincelo: os cristais tocam na vegetação e congelam, e vão se acumulando até formar uma camada espessa.

No Morro das Torres, ponto mais alto do município, a sensação térmica chegou aos -16º C. Além de impulsionar o turismo - os hotéis estão com 70% de lotação para este fim de semana, o frio também alterou a rotina das escolas. O horário de início das aulas foi adiado em 45 minutos, começando às 8h30.
"A gente pode ficar deitado mais um pouco na cama”, disse a aluna Sara Arruda, de 9 anos.

Fonte: G1 SC

 

'Tainhômetro' monitora em tempo real e reúne dados sobre a pesca da tainha em SC

Segunda versão da ferramenta tem como objetivo colaborar nas políticas públicas para manter a sustentabilidade da safra.

O monitoramento da pesca da tainha em Santa Catarina pode ser acompanhado por uma inovação que integra um banco de dados com informações sobre as capturas, local e data do que é pescado no estado. É a segunda versão do "Tainhômetro", que tem como objetivo colaborar para políticas que mantenham a sustentabilidade dessa atividade, declarada patrimônio imaterial do estado.

Até a manhã desta quinta-feira (7) o painel digital que está disponível na internet registrou mais de 178 mil quilos do peixe já desembarcadas no litoral catarinense nesta temporada. A cota fixada para esta safra é de 3.417 toneladas.

A iniciativa tem o apoio de entidades de diversas entidades de pescadores catarinenses e tem o objetivo de buscar soluções para a categoria. A primeira versão do "Tainhômetro" foi ao ar em 2017 e contava com dados cadastrados voluntariamente pelos pescadores.
A plataforma atual traz, além de um contador das toneladas capturadas, informações sobre gestão, legislação, fotos, notícias, estudos científicos e abre espaço para denúncias de pesca ilegal.

A proposta foi elaborada pela Oceana no Brasil em parceria com a Secretaria Especial da Aquicultura e Pesca, Ministério do Meio Ambiente, Associação de Pescadores Profissionais Artesanais de Emalhe Costeiro de Santa Catarina (Appaesc), Sindicato dos Armadores e da Indústria da Pesca de Itajaí e Região (Sindipi), Secretaria de Pesca e Aquicultura de Laguna e o Conselho da Pastoral dos Pescadores (CPP).

Fonte: G1 SC

 

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