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SC tem primeiros 2 casos de dengue contraídos dentro do estado em 2018

Pacientes foram infectados em Itapema, segundo relatório. Estado também tem 2 casos de febre de chikungunya contraídos dentro de SC.

Santa Catarina registrou os primeiros dois casos de dengue contraídos dentro do estado em 2018, conforme boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) divulgado nesta quinta-feira (5). Os pacientes foram infectados em Itapema, no Litoral Norte.
O estado tem outros três casos de dengue contraídos fora do território catarinense. Os pacientes são moradores de Biguaçu e São José, na Grande Florianópolis, e Porto União, no Norte. Os prováveis locais de infecção são Mato Grosso do Sul, Paraíba e Bahia, respectivamente.
Segundo a Dive, com a confirmação dos dois casos em Itapema, foi feita a aplicação de inseticida no município.
 

Febre de chikungunya e vírus da zika
 
Também há dois casos de febre de chikungunya contraídos dentro de Santa Catarina. Ambos os pacientes foram infectados em Cunha Porã, no Oeste. Um caso de uma pessoa que teria contraído a doença em São Miguel do Oeste, no Oeste, é investigado.
Outros três casos confirmados foram de pessoas que contraíram a doença fora do estado. São moradores de Cunha Porã, Tubarão, no Sul, e Itajaí. Os dois primeiros foram infectados em Mato Grosso e o último, no Rio de Janeiro.
Não há casos de vírus da zika em Santa Catarina este ano.
 

Infestação
 
No estado, 67 municípios são considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor dessas três doenças:

Para evitar a proliferação do mosquito, a Dive recomenda:
 

Evitar usar pratos nos vasos de plantas. Se usar, colocar areia até a borda;
Guardar garrafas com o gargalo virado para baixo;
Manter lixeiras tampadas;
Deixar os depósitos para guardar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;
Tratar a água da piscina com cloro e limpe uma vez por semana;
Manter ralos fechados e desentupidos;
Lavar com escova os potes de comida e de água dos animais, no mínimo, uma vez por semana;
Retirar a água acumulada em lajes;
Dar descarga, no mínimo, uma vez por semana em banheiros pouco usados;
Manter fechada a tampa do vaso sanitário;
Evitar acumular entulhos, pois podem se tornar locais de foco do mosquito;
Denunciar a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde.

Fonte: G1 SC


 

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