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Tráfico internacional de drogas em portos de SC é alvo de mega operação da PF

Estão sendo cumpridos 34 mandados de prisão e 50 mandados de busca e apreensão em 15 cidades catarinenses, além de outros quatro estados brasileiros.

Um grande esquema de tráfico internacional de drogas foi desmanchado após operação da Polícia Federal (PF) e Receita Federal no Sul do Brasil. A operação denominada Shipping Box foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (10).

Foram apreendidas, durante as investigações, aproximadamente seis toneladas de cocaína. Oito pessoas foram presas em flagrante delito. 

 

Segundo a PF, cerca de 250 policiais estão cumprindo 34 mandados de prisão e 50 mandados de busca e apreensão em 15 cidades nos estados de Santa Catarina. São elas: Joinville, Itapoá, Jaraguá do Sul, São Francisco do Sul, Itajaí, Navegantes, Balneário Piçarras, Barra Velha, Itapema, Canelinhas e Criciúma. 

Além disso, as investigações também ocorrem em outros quatros estados, nas cidades Paranaguá (Paraná), Rio Grande (Rio Grande do Sul), Mogi Mirim (São Paulo) e Cabo Frio (Rio de Janeiro). 

De acordo com a Polícia Federal, a organização criminosa atuava de diversas maneiras para embarcar a droga. Realizava a cooptação de funcionários dos portos para facilitar a entrada do entorpecente, a criação de compartimentos falsos em caminhões para transporte de traficantes e cargas de drogas para dentro do ambiente portuário e até a criação de empresas de logística de carregamento e transporte de contêineres para atrair a exportação de cargas lícitas que ensejassem a oportunidade de enxerto e embarque de cocaína.

 

Cargas vinham da Bolívia 

Parte das cargas de cocaína que vinham da Bolívia eram inseridas em contêineres a bordo de navios para a Europa, outra parte era pulverizada para abastecer organizações criminosas dedicadas ao tráfico para consumo interno. 

Lavagem de dinheiro   

A PF já detectou, em meio ao tráfico, indicativos de um esquema de lavagem de dinheiro por alguns dos investigados através da constituição de empresas fictícias e aquisição de ativos como ouro e até mesmo de criptomoedas. 

 
Cerca de 250 policiais estão empenhados nas investigações 
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