NO AR
Programa: Coração Sertanejo
Locutor: Wender Nogueira

Quatro homens são presos em SC por caçar e armazenar carne de animais silvestres

Polícia Militar Ambiental abordou os suspeitos em São Cristóvão do Sul após denúncias

Quatro homens foram presos na tarde deste domingo (24) em São Cristóvão do Sul por caçar e armazenar carne de animais silvestres. O flagrante foi feito pela Polícia Militar Ambiental após denúncias que levavam a uma área rural na região da Estação São Felipe, próximo à cidade de Curitibanos.

Com os homens foram encontradas três armas de fogo, duas espingardas calibre 32 e uma calibre 16. Dentro de um veículo, após abordagem, os policiais ainda localizaram farta munição e seis carcaças de animais já limpas e preparadas para a viagem.

Os homens presos não tinham nenhuma documentação do armamento e nem mesmo tentaram acobertar a prática do crime de caça. Três foram presos na hora e um quarto por ter um depósito com carne de animais silvestres na localidade. Todos os envolvidos foram levados à Delegacia de Polícia Civil de Curitibanos.

Há um mês, em abril deste ano, uma operação da PM Ambiental e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) terminou com a prisão de sete caçadores em Indaial, no Vale do Itajaí. Eles estavam assando e consumindo carne de tatu no momento que os agentes chegaram ao local, em um sítio no Encano.

Fonte: NSC

Homem espanca e arrasta mulher pelada em rua de Blumenau

Caso foi registrado no fim da tarde deste domingo (24) no bairro Velha

Um caso de violência doméstica grave foi registrado no fim da tarde deste domingo (24) na Velha, Região Oeste de Blumenau. Um homem foi preso após espancar e arrastar uma mulher nua por uma rua do bairro, e acabou detido por vizinhos antes. As informações são da Polícia Militar.

O caso ocorreu por volta das 17h15min. Testemunhas disseram à PM que o agressor estava alterado, gritava e batia na mulher. Pessoas que passaram pelo local separaram os dois e imobilizaram o homem no chão. Quando os policiais chegaram, a vítima já estava sendo amparada. Ela tinha diversos hematomas e uma lesão em um dos dedos.

Os PMs, então, tentaram algemar o agressor, momento em que ele começou a se debater e tentou bater nos policiais. Depois de detido, o homem ainda chutava a viatura pelo lado de dentro, o que forçou os agentes de segurança a amarrar as pernas dele com fita.

Depois de tudo isso, a vítima foi orientada aos procedimentos legais para garantir o afastamento do agressor, e o homem foi levado à Central de Polícia.

Números importantes
Polícia Militar

- Telefone 190: quando presenciar ou vivenciar algum episódio de violência contra a mulher.

Rede Catarina

- Telefone 3221-7332 e e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.: para receber acompanhamento da polícia ou buscar orientação sobre as ferramentas de proteção à mulher.

Central de Atendimento para Mulher em Situação de Violência

- Telefone 180: para buscar orientação sobre direitos e serviços públicos à população feminina, bem como para denúncias ou relatos de violência.

Delegacia de Polícia de Proteção a Mulher, Criança e Adolescente

- Telefone 3329-8829: para registrar ocorrência de violência contra a mulher, bem como requerer medidas protetivas e iniciar processos contra agressores.

Fonte: Santa

Oposição e entidades entram com pedido coletivo de impeachment de Bolsonaro

Esse deverá ser o 36º pedido de impeachment apresentado ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ)

Partidos de oposição e cerca de 400 entidades da sociedade civil apresentaram nesta quinta-feira (21) um pedido coletivo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por apoiar manifestações antidemocráticas e tentar intervir na Polícia Federal.

Entre os partidos que assinam a peça estão PT, PC do B, PSOL e PSTU, de um total de sete da oposição. Pelas entidades, há MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), associações de professores universitários e grupos ligados a direitos da população LGBT, por exemplo.

Segundo técnicos da Câmara, o processo ainda não foi protocolado por falta certificação digital. Caso o problema seja resolvido, se tornará o 36º pedido de impeachment que deverá ser analisado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

No documento, Bolsonaro é acusado de crime de responsabilidade por apoiar e participar de manifestações antidemocráticas e que defendem o fechamento do Congresso e do STF (Supremo Tribunal Federal), além da reedição do AI-5, que marcou o período mais duro da ditadura militar.

O processo também afirma que o presidente cometeu grave violação à Constituição ao ferir o princípio de impessoalidade no cargo por tentar interferir na PF para proteger membros de sua família de investigações.

O pedido se baseia em denúncias feitas pelo ex-ministro Sergio Moro (Justiça), que acusou Bolsonaro de tentar trocar o comando da PF para ter acesso a informações sobre investigações em curso.

Além disso, a oposição e as entidades também criticam a atuação do presidente durante a pandemia do novo coronavírus. O processo diz que Bolsonaro age de "caráter antagônico e contraproducente ao esforço do Ministério da Saúde" e do SUS (Sistema Único de Saúde) e aos serviços de prevenção à doença.

O texto ressalta que o presidente atua com "reiterado e perigoso menosprezo à gravidade da emergência de saúde decretada pelo próprio governo federal, no sentido de perpetrar intencional sabotagem das cautelas sociais e medidas governamentais" para conter os efeitos da pandemia.

"O Brasil cansou de Bolsonaro", afirma o deputado José Guimarães (PE-CE), líder da Minoria na Câmara. "Ele é incompetente, ele é inepto, ele não reúne condições de governar e buscar soluções para os problemas graves que o Brasil está enfrentando."

O pedido se soma aos demais que estão na Câmara. Maia, que voltou a se aproximar recentemente de Bolsonaro, é o responsável por analisar de forma monocrática se dá ou não sequência aos pedidos de impeachment. Ele não tem prazo para tomar essas decisões.

Caso seja dada sequência, o caso é analisado por uma comissão especial e, depois, pelo plenário da Câmara. Somente com o voto de ao menos 342 dos 513 deputados é autorizado que o Senado abra o processo.

Nesse caso, Bolsonaro seria afastado até a conclusão do julgamento -ele perderia o mandato caso pelo menos 54 dos 81 senadores votassem nesse sentido.

O Brasil já teve dois episódios de impeachment baseados na lei que trata do tema, de 1950: o de Fernando Collor (1992), que renunciou antes da decisão final do Senado, e o de Dilma Rousseff (2016).

Fonte: NSC

Familiares e amigos rezam por 40 dias em frente a hospital em SC para apoiar mulher com Covid-19

Moradora de Morro da Fumaça fez tratamento hospitalar e venceu a doença. Nos dias de isolamento, família e amigos iam até o estacionamento do local para fazer orações.

Uma moradora de Morro da Fumaça, no Sul de Santa Catarina, Albertina Matiola Cechinel, de 67 anos, venceu o coronavírus após passar 40 dias internada. Apesar do isolamento, a família e os amigos foram durante todos os dias de internação até o estacionamento do hospital para fazer orações. Nos últimos 10 dias de tratamento, a paciente acompanhou as preces pela janela do hospital.

Ela chegou a perder os movimentos das pernas e braços e a recuperação foi uma "história de superação e milagre", afirma o filho Tallis Matiola Cechinel, de 34 anos.

Primeiros sintomas


Segundo o filho, no dia 22 de março a mãe começou a sentir fortes dores no corpo, tosse e dificuldade em respirar, e no dia 30 foi levada ao hospital em Criciúma.

"Devido ao fato de ela há uns anos atrás ter tido problemas no pulmão e uma pneumonia, achamos que era algo referente a isso. Porém, assim que eu a deixei lá, já foi levada diretamente para a unidade de tratamento intensivo (UTI) e então, começou a saga", afirma.
Tallis explica que o resultado positivo para Covid-19 saiu após quatro dias da internação da mãe. "Ela não viajou, acreditamos que a contaminação tenha sido local", explica.
Albertina ficou 15 dias em coma induzido e intubada. Durante o período sofreu arritmia e chegou a perder os movimentos dos braços e das pernas, segundo o filho.
 

Outros casos na família e isolamento
 
Paralelo ao tratamento da mãe, Tallis também teve coronavírus. "Eu fiquei doente quatro dias depois dela, mas me tratei em casa", conta.
O irmão mais velho Thiago, de 40 anos, também precisou ficar internado por quatro dias por causa da infecção pela Covid-19. O pai, Pascoal Cechinel, 71 anos, foi assintomático e a irmã Tatiana de 44 anos, que está grávida, testou negativo.
"Quando saiu o resultado da mãe, ela já estava na UTI, e então fizemos o isolamento e ficamos todos em casa", disse.

Em meio ao tratamento que envolveu praticamente todos da família, Bete, como é conhecida, teve as primeiras melhoras após 30 dias de internação e foi encaminhada para o quarto.
"Eu, por já ter pego o coronavírus e já estar curado, fui habilitado a ficar com ela, pois o acompanhante não poderia sair do quarto para nada", explicou.

"Nesses 40 dias, minha irmã e meu pai, iam todos os dias na frente do Hospital da Unimed e rezavam o terço e diversas orações, em direção à UTI onde ela estava. Depois, quando ela foi para o quarto, da janela era possível ver eles rezando lá embaixo, então ela ficava na janela e conseguia ver eles rezando por ela. Em muitos momentos, tios, tias, amigos, se juntaram a minha irmã e ao meu pai, e rezavam pela mãe. Era algo lindo", afirma.

Tallis ficou ao lado da mãe por sete dias e lembra que ela tinha pesadelos e não conseguia dormir. "Foram momentos muito difíceis", lembra. Depois o irmão ficou os outros três dias de internação com ela no quarto.
Na véspera do dia das mães, Bete recebeu alta e ainda segue fazendo as fisioterapias em casa. "Ela já está conseguindo dar alguns passos sozinha. Só temos que agradecer muito a Deus, por mais esse milagre na vida dela e por todos que fizeram orações e também a equipe médica e a todos do hospital", finaliza.

 

Fonte: G1 SC

Em protesto, auditores fiscais de SC em postos de chefia entregam seus cargos

Auditores fiscais de Santa Catarina, em postos de chefia, entregaram seus cargos. A principal causa é o corte da verba indenizatória pelo uso do veículo próprio. Trata-se do benefício mais conhecido como ''auxílio-combustível'', mas que também abrange depreciação do carro, desgaste do veículo e quilômetros rodados. O corte foi implementado pelo governo do Estado e deve valer durante o período de calamidade no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

Em nota, o Sindicato dos Auditores-Fiscais (Sindifisco) aponta, ainda, a falta de diálogo com o governo, o fechamento de postos sem discussão prévia, a criação de burocracia que inviabilizou ações-surpresa e abertura de dados fiscais de contribuintes a outros órgãos como pontos de divergência com o governo catarinense.

O Diretor de Administração Tributária, o Gerente de Fiscalização, o Consultor de Gestão de Administração Tributária e a Coordenadora dos Grupos Especialistas Setoriais entregaram seus cargos em reunião virtual na tarde desta segunda-feira (18).

Na nota divulgada, os auditores afirmam que a arrecadação está comprometida e que a sonegação pode aumentar.

O valor fixo da verba indenizatória pelo uso do carro é de R$ 3,1 mil, além de um montante variável conforme o quilômetro rodado.

Oficialmente, o secretário da Fazenda, Paulo Eli, não recebeu a carta de renúncia nem participou da reunião.

Confirma na íntegra a nota divulgada pelo Sindifisco:

''A falta de diálogo e de compromisso do atual governo com a arrecadação e com a autonomia dos Auditores Fiscais teve graves consequências neste 18 de maio de 2020, quando profissionais com histórico de excelentes serviços prestados ao Executivo e à sociedade catarinense entregaram seus cargos. Na lista estão o Diretor de Administração Tributária, o Gerente de Fiscalização, o Consultor de Gestão de Administração Tributária e a Coordenadora dos Grupos Especialistas Setoriais. A decisão foi tomada em reunião virtual realizada entre o Diretor de Administração Tributária da Secretaria de Estado da Fazenda e auditores fiscais em todo o Estado.

Os números da arrecadação dos últimos 15 anos comprovam que investir na administração tributária foi uma decisão acertada, mas hoje o futuro da arrecadação catarinense está comprometido na sua essência.

Alguns fatos ocorridos recentemente demonstram o total desconhecimento de algumas autoridades sobre os princípios básicos da gestão do Estado, sua viabilidade financeira e o papel fundamental da Administração Tributária neste contexto. Fechamento de postos sem discussão prévia, criação de burocracia que inviabilizou ações-surpresa, corte de indenizações sobre uso de veículo próprio e abertura de dados fiscais de contribuintes a órgãos não autorizados são apenas alguns exemplos da intransigência do atual governo.

As políticas tributárias que possibilitaram a manutenção e o crescimento de diversos setores de atividade econômica foram concebidas por Auditores Fiscais, assim como as ferramentas e sistemas de auditoria e controle fiscal, a custo zero para o Estado. Além das atividades de monitoramento, controle e fiscalização, os Auditores Fiscais atuam em fiscalizações presenciais, planejadas ou não, fundamentais para a percepção de risco dos contribuintes e para os resultados da arrecadação do Estado.

O cerceamento das atividades e o desprezo à categoria, que culmina com a saída dos diretores e coordenadores, infelizmente comprometem o desempenho da máquina pública e abrem as portas para a sonegação. Os Auditores Fiscais, assim como os demais servidores públicos, servem ao Estado, não a determinado governo. Nosso compromisso sempre será com a sociedade catarinense.

Em tempos de pandemia, a sociedade deve saber que ainda estamos colhendo os bons frutos de um trabalho sério que garantiu ao governo recursos financeiros para investir em Saúde e em serviços para a sociedade. Santa Catarina sempre se destacou por superar crises e isso é resultado da força da população catarinense e de um governo que aplicou bem os recursos arrecadados pelos Auditores Fiscais.

Sem vigilância e, sobretudo, sem liderança da tropa para preservar as conquistas, o risco é certo. A máquina pública é pesada como um transatlântico, que flutua dias sozinho, mas sem o trabalho do comandante e dos marinheiros, um dia para.''

Por: Renato Igor

Fonte:NSC

Polícia Federal vai investigar relato sobre vazamento de operação a Flávio Bolsonaro

Empresário teria revelado que Flávio soube da Operação Furna da Onça antes dela ter sido deflagrada

A Polícia Federal informou neste domingo (17) que vai investigar a denúncia de um suposto vazamento da Operação Furna da Onça para o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A denúncia foi noticiada pelo jornal Folha de S.Paulo.

Em nota, a corporação afirmou que a reportagem aponta "a eventual atuação em fatos irregulares de pessoa alegadamente identificada como policial federal, no bojo da denominada operação."

"Todas as notícias de eventual desvio de conduta devem ser apuradas e, nesse sentido, foi determinada, na data de hoje [domingo, 17], a instauração de novo procedimento específico para a apuração dos fatos apontados", informa a nota.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, o empresário Paulo Marinho, suplente de Flávio no Senado e pré-candidato do PSDB à Prefeitura do Rio de Janeiro, disse ter sido procurado pelo congressista na campanha, em 2018. Flávio estaria em busca de traçar uma estratégia de defesa contra a possível investigação sobre seu ex-assessor na Assembleia Legislativa de São Paulo, Fabrício Queiroz, que o envolveria num suposto esquema de "rachadinha".

Ele relatou que um delegado da PF vazou a Flávio e seus auxiliares, uma semana após o primeiro turno, que seria deflagrada a Furna da Onça contra deputados estaduais do Rio, a qual atingiria Queiroz.

A PF afirmou neste domingo que a operação policial foi deflagrada no Rio de Janeiro em 8 de novembro de 2018, tendo os mandados judiciais expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 2° Região, a partir de representação do Ministério Público Federal, em 31 de outubro, "portanto, poucos dias úteis antes da sua deflagração".

A corporação disse ainda que notícia anterior de vazamento da operação foi apurada por meio de um inquérito já relatado – a nota não diz quais foram as conclusões dessa apuração.

"A Polícia Federal se notabilizou por sua atuação firme, isenta e imparcial no combate à criminalidade, dentro de suas atribuições legais e constitucionais", acrescentou.

Também neste domingo, a PGR (Procuradoria-Geral da República) informou que vai analisar o relato do empresário. O procurador-geral, Augusto Aras, discutirá a denúncia com a equipe de procuradores que atua em seu gabinete em matéria penal.

Deve decidir se cabe investigar o caso no âmbito do inquérito que apura, com base em denúncias do ex-ministro Sergio Moro (Justiça), se o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tentou interferir indevidamente na Polícia Federal. Ele poderá requerer o depoimento de Marinho, o que não está definido por ora.

Fonte: NSC 

Caixa recebe 2 milhões de pedidos para pausar crédito imobiliário

Número foi registrado em quase dois meses que o benefício foi criado para pessoas físicas ou empresas que estejam com atraso de até 60 dias

Em quase dois meses, a Caixa já registrou mais de 2 milhões de pedidos de pausa do crédito imobiliário. Os clientes que possuem financiamento imobiliário podem solicitar uma adiamento de até três meses no pagamento das prestações.

A medida foi criada, em princípio, com prazo de dois meses que depois passou para três para aliviar o bolso de famílias e empresas durante a pandemia do novo coronavírus.

Por causa das medidas de isolamento social, o banco também lançou um aplicativo, o Habitação Caixa, para as pessoas solicitarem a pausa das prestações, sem a necessidade de comparecimento às agências.

De acordo com o banco, podem solicitar o benefício clientes com contratos habitacionais, sejam pessoas físicas ou empresas, que estejam com as prestações em dia ou que registrem atraso de, no máximo, dois meses.

O adiamento de até três prestações pode ser pedido pelo aplicativo ou pelo telesserviço (telefones 3004-1105 para capitais ou 0800-726 0505 para demais cidades, opção 7), de segunda à sexta feira, das 8h às 20h.

Para os  contratos com atraso entre 61 e 180 dias, é possível renegociar e solicitar a pausa também por meio do aplicativo ou do telefone 0800 726 8068.

Isso inclui os clientes que financiaram por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida”, voltado para a população de baixa renda. Quem utiliza atualmente o saldo do FGTS para reduzir o valor das prestações mensais – algo que já era possível antes mesmo da crise – não poderá solicitar a pausa.

Veja o passo a passo de como funciona o serviço:
Quem pode solicitar?

Pessoas físicas e empresas que tenham contratos habitacionais com a Caixa Econômica Federal. Os pagamentos precisam estar em dia ou com atraso de, no máximo, dois meses. O pedido vale, inclusive, para os contratos do programa “Minha Casa, Minha Vida”, voltado para a população de baixa renda.

Quem não terá acesso à pausa nas prestações?

Clientes que estiverem com mais de dois meses de atraso nas prestações. O benefício também não está disponível para quem já utiliza o saldo do FGTS para reduzir o valor das prestações mensais. Pelas regras do FGTS, o valor do fundo pode ser usado pelo trabalhador para reduzir em até 70% as prestações no prazo de um ano.

Terei que pagar as prestações no futuro?

Os valores das prestações serão incorporados ao saldo devedor do financiamento. Na prática, isso significa que o cliente pagará, sim, os valores, mas apenas no futuro.

Há limite de valor de contrato?

Não. Qualquer pessoa física ou empresa pode solicitar a pausa de dois meses nos pagamentos, independentemente do valor financiado.

Como solicitar?

Para as pessoas físicas, um dos principais canais é o Aplicativo Habitação Caixa. Ao acessar o aplicativo, o cliente deve clicar na opção “solicitar pausa emergencial”. Depois, será preciso realizar o login.

Em seguida, é preciso ler as orientações e clicar em “próximo”. Na etapa seguinte, o cliente informará seu número de celular e autorizará a Caixa a enviar SMS sobre a solicitação. Por fim, basta clicar em “solicitar pausa”.

Há outros canais?

Além do aplicativo, a Caixa disponibiliza um número de WhatsApp (0800-726 8068) e o Telesserviço (telefones 3004-1105 para capitais ou 0800-726 0505 para demais cidades, opção 7). O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, exclusivamente para os contratos de pessoas físicas.

O que fazer no caso de uma empresa?

O cliente pessoa jurídica deverá entrar em contato com seu gerente para solicitar a pausa no pagamento de prestações.

Outra opeção é o atendimento via WhatsApp e Agência Digital para todos os clientes correntistas e poupadores da Caixa. Por meio da digitação da agência e do número da conta, o cliente será direcionado para atendimento na sua agência de forma remota.

Fonte: NDTV

Homem tenta aplicar golpe do cartão, família desconfia e ele acaba detido por populares em Blumenau

Suposto funcionário de banco foi buscar cartão de cliente no bairro Velha Central

Uma tentativa de "golpe do cartão" terminou em prisão em Blumenau. O suposto funcionário de um banco foi até a casa de uma cliente, no bairro Velha Central, para buscar o cartão de crédito dela, que teria sido clonado. A mulher acreditou na mentira, mas a filha dela chegou no momento exato do crime. Ao ser impedido de levar o cartão, o homem correu, mas foi alcançado pelo genro da vítima e por vizinhos. A Polícia Militar foi acionada e o golpista foi preso em flagrante por estelionato.

O episódio, muito similar ao relatado por moradores de Rio do Sul nas últimas semanas, ocorreu no final da tarde desta terça-feira (12), na Rua José Seibt. A vítima recebeu uma ligação do suposto funcionário do banco. Ele questionou se ela tinha feito uma compra em um supermercado da cidade no valor de R$ 900. Ao responder que não, ouviu do outro lado da linha que, para solucionar o problema, deveria entregar o cartão a um trabalhador que iria até a casa dela. Os golpistas ainda solicitaram que uma carta, relatando a entrega, deveria ser escrita pela vítima.

Quando o homem chegou, a filha e o genro da mulher também estavam a caminho da residência. Eles não deixaram ela entregar os dados e objeto pessoal. Assim, o suspeito saiu correndo. O genro e os vizinhos o seguiram e conseguiram imobilizá-lo. Ele foi levado à Central de Polícia em flagrante. Aos militares teria informado que pertence a um grupo de estelionatários vindo de São Paulo para aplicar esse e outros golpes na região. Eles estariam rodando a cidade em um Fiat Palio branco. No entanto, até o momento nenhuma outra pessoa foi identificada.

A orientação da polícia é nunca repassar informações pessoais por telefone ou WhatsApp e jamais entregar o próprio cartão ou senha a alguém. Na dúvida, é recomendado entrar em contato com a agência bancária. Estelionato é crime e pode, segundo o Código Penal, render pena de um a cinco anos de reclusão.

Golpe pelo Vale

Nas últimas semanas, o aumento de registros de boletins por "golpes do motoboy" chamou a atenção da Polícia Civil de Rio do Sul. São moradores que acreditam em supostos funcionários de banco que, ao informar por telefone que o cartão de crédito dos clientes foi clonado, enviam um motociclista à casa deles. O criminoso recolhe o cartão da pessoa e a senha.

A delegada Andréia Dormelles contou que há pouco mais de um mês a Polícia Civil do Alto Vale do Itajaí não tinha conhecimento da prática na cidade. Porém, nas últimas semanas, o surgimento e crescimento repentino de denúncias gerou a abertura de inquérito para identificar o grupo. Andréia acredita que as mesmas pessoas aplicam o golpe em diferentes bairros do município. O modo de atuar, no entanto, é sempre o mesmo.

Fonte: NSC Total

PF e shopping de Blumenau assinam convênio para abertura de posto de emissão de passaportes

A Polícia Federal e o Shopping Park Europeu assinaram o convênio para a abertura de um posto de emissão de passaportes em Blumenau. O espaço dentro do centro comercial instalado às margens da Via Expressa, no bairro Itoupava Norte, foi cedido sem custos e já está reservado. Fica no segundo piso, ao lado da loja C&A.

Apesar da formalização, a PF diz que ainda não existe previsão de abertura. Consultada pelo blog, a direção do shopping também confirmou que não há uma data certa, mas acredita que isso deve acontecer entre junho e julho.

Não é preciso ter pressa por enquanto. A emissão de passaportes, segundo a PF, está restrita a casos de extrema necessidade em função da pandemia do novo coronavírus.

Blumenau chegou a ter um posto nos anos 2000, mas ele foi desativado por falta de pessoal e equipamentos. A partir de 2019 teve início uma articulação política para reabrir uma estrutura. Hoje os moradores da cidade e municípios vizinhos precisam ir até Itajaí para solicitar o documento.

Segundo a PF, em 2019 foram emitidos 38.976 passaportes no posto de Itajaí. A estimativa é que metade deles sejam de pessoas que moram em Blumenau e região.

Fonte: NSC Total

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